
Sunday, December 24, 2006
Wednesday, December 20, 2006
Saturday, December 16, 2006
Wednesday, December 13, 2006
Desenha-me...
desenha-me contra a loucura dos dias
agora que o mundo está perdido
e as cores se despem na terra
não vês as rugas no meu rosto?,
ou a rudez do meu corpo?,
desenha-me nas costas dos defeitos
e finge esquecer as virtudes
carrega nas feridas que nao saram
abre-as para a perversidade
consome-te nas nódoas da pele
na deformidade dos ossos
e talvez da folha nua
se erga um monstro
um monstro feio para as virtudes
agora que o mundo está perdido
e as cores se despem na terra
não vês as rugas no meu rosto?,
ou a rudez do meu corpo?,
desenha-me nas costas dos defeitos
e finge esquecer as virtudes
carrega nas feridas que nao saram
abre-as para a perversidade
consome-te nas nódoas da pele
na deformidade dos ossos
e talvez da folha nua
se erga um monstro
um monstro feio para as virtudes
Friday, December 08, 2006
Wednesday, December 06, 2006
Friday, December 01, 2006
Anjo

À tempos as minhas asas estavam quebradas, só uma coisa me prendia ao chão..
Minha liberdade era limitada [mas gostava disso
Eu um anjo caido....
precisava do chão, não tinha necessidade de voar
brincava de ser feliz no mundo cheio de desgraças....
Mas o meu tesouro se foi...
o meu amor se foi...
concertei minhas asas e agora posso voar [não que eu queira
mas preciso
uma lágrima toca meu rosto, e meu corpo nú e cru reflecte minha alma [ triste
agora o céu é meu limite já que agora não posso mais tocar o chão
amei mais do que tudo e todos,
mas meu amor não foi tão grande o quanto queria
não confiaste em mim!
Mas para quê confiar em um anjo de asas quebradas?
E eu agora, antes de poder voar, sentanda num banco espero sozinha [sem alma
o comboio para a próxima estação
quero que, não seja a tua consolação e sim meu paraíso!
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